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	<title>Escola Superior de Aviação Civil - Esac</title>
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		<title>Delta não vai aumentar participação na Gol, diz CEO</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante apresentação à imprensa mundial realizada há pouco, o CEO da Delta, Richard Anderson, afirmou que não pretende aumentar a participação acionária da aérea americana na Gol, e chegar assim aos 20% permitidos pela legislação brasileira. “Não sei de onde veio esta informação”, disse, acrescentando que está satisfeito tanto com a atual parceria com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante apresentação à imprensa mundial realizada há pouco, o CEO da Delta, Richard Anderson, afirmou que não pretende aumentar a participação acionária da aérea americana na Gol, e chegar assim aos 20% permitidos pela legislação brasileira. “Não sei de onde veio esta informação”, disse, acrescentando que está satisfeito tanto com a atual parceria com a Gol, quanto com a Aeromexico, fatores que “fortalecem a presença da Delta na América Latina e os planos de crescer na região”.</p>
<p>Anderson enalteceu o trabalho desenvolvido por Constantino Oliveira, presidente e fundador da Gol. “Ele fez um trabalho fantástico com a criação da empresa. Provavelmente a Gol é o case mais marcante de sucesso na aviação, pois o que a companhia conseguiu fazer em dez anos, poucas conseguiram no mundo. Este é só o começo de uma relação com a Gol. Queremos fortalecê-la ainda mais e crescer com ela assim como crescemos com nossos parceiros ao redor do mundo”, disse Anderson, referindo-se a empresas como Air France, KLM e Alitalia. “O objetivo é crescer com as parcerias.”</p>
<p>Perguntado por um jornalista inglês sobre um possível interesse na American Airlines, o CEO da Delta preferiu não comentar o assunto, pois a companhia está “em uma política de discrição sobre a consolidação áerea nos Estados Unidos”.</p>
<p>Logo mais à tarde, Anderson tem encontro com um board de clientes da companhia, do qual fazem parte, entre os brasileiros, Cássio Oliveira, da Rextur, André Carvalhal, da CWT, e Juarez Neto, da Ancoradouro.</p>
<p>Fonte: Panrotas</p>
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		<title>Aviação executiva: Embraer prevê retomada ainda este ano</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Assis Moreira &#124; De Genebra A Embraer espera uma ligeira recuperação do mercado de jatos executivos em 2012, após três anos de declínio, e aposta nas oportunidades de mais vendas na China, EUA e América Latina, onde surgem mais milionários. Entre 2008-2011, o mercado desmoronou 28,7%, segundo a consultoria Teal Group. No ano passado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Assis Moreira | De Genebra</p>
<p>A Embraer espera uma ligeira recuperação do mercado de jatos executivos em 2012, após três anos de declínio, e aposta nas oportunidades de mais vendas na China, EUA e América Latina, onde surgem mais milionários.</p>
<p>Entre 2008-2011, o mercado desmoronou 28,7%, segundo a consultoria Teal Group. No ano passado, esse mercado alcançou US$ 16,6 bilhões As vendas recuaram mais 4,7% no primeiro trimestre, somando 122 unidades.</p>
<p>Mas na grande feira anual dos construtores, que se realiza em Genebra, o consenso é de que a aviação de negócios começa um novo ciclo de crescimento tanto nos mercados tradicionais como em novos mercados, sem ignorar riscos na economia global.</p>
<p>&#8220;No mínimo, as vendas serão idênticas as do ano passado&#8221;, afirmou Marco Tulio Pellegrini, vice-presidente de operações e COO da Embraer Executive Jets. Em 2011, 703 jatos executivos foram entregues globalmente, dos quais 99 pela Embraer. A empresa tem 14,1% de parte do mercado.</p>
<p>A projeção da fabricante brasileira para este ano é de vender pelo menos 75 a 85 Phenom (o modelo menor) no mundo inteiro, e de 15 a 20 Legacy, os jatos executivos mais caro.</p>
<p>Sobretudo, a China abre o apetite dos fabricantes. O executivo brasileiro diz que a China está sendo bastante compradora, embora o número de aeronaves não seja grande. E América Latina, particularmente o Brasil, também vem comprando mais.</p>
<p>O fabricantes canadense Bombardier estima que 2.360 jatos de negócios serão entregues na China até 2030 ante uma frota de 150 jatos hoje. No ano passado, metade das vendas desse tipo de aviões da Dassault foi realizada na China, com 36 Falcon encomendados e o mercado se expande.</p>
<p>A Embraer vendeu 14 Legacy na China no ano passado. E aguarda a aprovação do governo chinês, para até metade do ano, para começar a produzir jato executivo no país.</p>
<p>&#8220;Estamos na frente dos competidores, com a linha de montagem adaptada e treinando os mecânicos&#8221;, afirma Marco Tulio. Embraer espera vender entre 6 e 8 unidades inicialmente, a partir de sua fábrica chinesa.</p>
<p>As vendas no Brasil também aumentaram. Só o Phenom no país já são 100. Empresários agrícolas e da construção civil fora do eixo Rio-São Paulo representam um mercado &#8220;bastante relevante&#8221;.</p>
<p>Em Genebra, a Embraer anunciou a entrega do primeiro Legacy para cliente da Arábia Saudita, e a primeira entrega internacional do site dos EUA, um Phenom para um cliente canadense.</p>
<p>A evolução global do mercado depende também do número de compradores que consegue revender seus jatos atuais por um preço satisfatório, para passar a um modelo mais sofisticado.</p>
<p>Um problema sério é o financiamento das aquisições de aeronaves, com os bancos sendo mais exigentes nas condições antes de fechar o empréstimo.</p>
<p>Em todo caso, o estoque de aviões usados diminuiu, sinalizando a redecolagem do setor inteiro: representam agora 12,6% dos cerca de 18.600 jatos em serviço ante 16% em 2009, segundo a empresa francesa Zodiac Aerospace.</p>
<p>Todos os fabricantes trouxeram inovações nos seus produtos e a Embraer não é diferente. A empresa anunciou também o plano de desenvolvimento de duas novas versões do Legacy: o 500, de 3 mil milhas náuticas e cabine de para oito passageiros, que poderá voar no terceiro trimestre e entrar em serviços no fim de 2013 ou começo de 2014. O segundo é o Legacy 450, menor, de seis ocupantes e 2.300 milhas náuticas, com planos um ano depois do Legacy 500.</p>
<p>Por sua vez, Bombardier revelou dois novos aparelhos batizados Learjet 70 e Learjet 75, que deverão ser operacionais no primeiro semestre de 2013.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico via Clipping SNA</p>
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		<title>Azul amplia frota e contratações mesmo com desaceleração do setor</title>
		<link>http://www.esac.edu.br/azul-amplia-frota-e-contratacoes-mesmo-com-desaceleracao-do-setor/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Valor Econômico Apesar da recente desaceleração do fluxo de viagens aéreas no país, a Azul acredita no aumento da sua demanda para os próximos meses. O presidente do conselho de administração e fundador da companhia, David Neeleman, aposta no crescimento das cidades médias, foco da empresa, e prevê um desempenho mais forte do país até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Valor Econômico</p>
<p>Apesar da recente desaceleração do fluxo de viagens aéreas no país, a Azul acredita no aumento da sua demanda para os próximos meses. O presidente do conselho de administração e fundador da companhia, David Neeleman, aposta no crescimento das cidades médias, foco da empresa, e prevê um desempenho mais forte do país até o fim do ano.</p>
<p>&#8220;A economia vai melhorar&#8221;, disse ontem. A Azul planeja contratar cerca de 300 tripulantes ao longo do ano, por causa da expansão da sua frota e das rotas que opera. A empresa pretende fechar 2012 com 63 aeronaves, um crescimento líquido de 12 unidades diante de 2011.</p>
<p>A TAM e a Gol estimam redução na oferta de assentos de até 2% em 2012. De janeiro a março, a Gol dispensou 300 tripulantes para se adequar a redução de 10% de sua malha de voos. A demanda doméstica teve alta de só 1,27% em março, na comparação anual, o pior resultado desde maio de 2009.</p>
<p>Para o diretor de comunicação da Azul, Gianfranco Beting, o momento é de expandir. &#8220;Quem está na contramão, são eles [os concorrentes]&#8220;, considera. As companhias aéreas de médio porte foram as que mais cresceram no período. A Avianca teve a maior alta de demanda em março em relação ao mesmo mês do ano passado, de 131%, seguida de Trip e Azul, com 68,7% e 31,8%, respectivamente.</p>
<p>A Azul anunciou ontem a criação de uma escola para profissionais de aviação, a Academia de Serviços Azul (ASA). O objetivo é facilitar o acesso à formação em uma área cuja demanda não está sendo atendida pelo mercado.</p>
<p>Neeleman diz que, embora não haja compromisso de contratação, a possibilidade dos graduados serem chamados pela Azul é grande, pois a formação é compatível com a demanda atual da empresa. &#8220;Nós não vamos treinar mais que precisamos&#8221;, afirma. Serão abertas, inicialmente, 20 vagas para o curso de pilotos e 25 para o de comissários. As aulas serão feitas em parceria com a EJ Escola Aeronáutica, de Itápolis (SP), e poderão ser financiada pelo Santander. O curso de piloto dura dez meses e o preço das aulas é de R$ 81,6 mil.</p>
<p>A Azul tem cerca de 10% do mercado e, segundo Beting, embora planeje crescer, não o fará a qualquer custo. &#8220;Não vamos comprar participação de mercado.&#8221; A companhia prevê operar em dez novas cidades este ano e não descarta abrir uma rota para Punta del Este, para funcionar na alta temporada.</p>
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		<title>Azul vai adicionar 12 aeronaves à frota este ano</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexandre Battibugli/EXAME.com O fundador da companhia aérea, David Neeleman, afirmou que deve contratar, no mínimo, 300 pessoas para integrar a nova frota São Paulo &#8211; A Azul Linhas Aéreas informou nesta quarta-feira que pretende adicionar 12 aeronaves à sua frota este ano. A empresa receberá 20 aeronaves e devolverá oito. O fundador da companhia aérea, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Battibugli/EXAME.com</p>
<p>O fundador da companhia aérea, David Neeleman, afirmou que deve contratar, no mínimo, 300 pessoas para integrar a nova frota</p>
<p>São Paulo &#8211; A Azul Linhas Aéreas informou nesta quarta-feira que pretende adicionar 12 aeronaves à sua frota este ano. A empresa receberá 20 aeronaves e devolverá oito.<br />
O fundador da companhia aérea, David Neeleman, afirmou que deve contratar, no mínimo, 300 pessoas para integrar a nova frota. &#8220;Cada aeronave necessita de pelo menos cinco equipes de cerca de cinco pessoas cada, fora o pessoal da manutenção&#8221;, explicou. A companhia aérea anuncia nesta quarta-feira, em parceria com o Banco Santander e a EJ &#8211; Escola de Aeronáutica Civil, a criação de uma academia para formação de profissionais da aviação. Segundo Neeleman, a Azul está negociando incluir mais dez cidades em suas rotas, o que demanda uma frota maior e, consequentemente, mais funcionários para tripulação. &#8220;Acreditamos na marca de 150 milhões de pessoas voando pela Azul&#8221;, afirmou o executivo, ressaltando que &#8220;a Azul abriu as portas para a classe C voar&#8221;. Neeleman disse ainda que está muito feliz com o lucro da companhia, que segundo ele, &#8220;vai muito melhor que a concorrência&#8221;, embora não tenha revelado os números.</p>
<p>* Fonte: Exame.com</p>
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		<title>TAM e LAN lançam oferta de permuta de ações para fusão</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 22:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa oferta vai resultar na absorção da empresa brasileira pela chilena, no último passo para a criação da Latam Airlines Nova empresa será a maior companhia aérea na América Latina, com expectativa de receita anual superior a US$ 10,5 bilhões Santiago/Rio de Janeiro &#8211; A TAM e a LAN lançaram nesta quinta-feira uma oferta pública [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa oferta vai resultar na absorção da empresa brasileira pela chilena, no último passo para a criação da Latam Airlines</p>
<p>Nova empresa será a maior companhia aérea na América Latina, com expectativa de receita anual superior a US$ 10,5 bilhões</p>
<p>Santiago/Rio de Janeiro &#8211; A TAM e a LAN lançaram nesta quinta-feira uma oferta pública de permuta de ações resultará na absorção da empresa brasileira pela chilena, no último passo para a criação de uma das maiores empresas aéreas do mundo.<br />
O processo de troca de ações, que se estenderá por um mês e terminará com um leilão na bolsa brasileira em 12 de junho, acontece depois que LAN e TAM receberam aprovação, na quarta-feira, do regulador norte-americano de mercado de capitais, a SEC. A TAM informou nesta quinta-feira, em edital da oferta para cancelamento do seu registro de companhia aberta, que os acionistas que aceitarem participar da oferta receberão BDRs da LAN em troca de suas ações, na proporção de 1 ação da companhia para cada 0,9 BDR LAN (cada BDR representa 1 ação ordinária da LAN). A fusão dará origem à Latam Airlines Group, maior companhia aérea na América Latina, com expectativa de receita anual superior a 10,5 bilhões de dólares.</p>
<p>* Fonte: exame.com</p>
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		<title>Empresas aéreas apontam sobrecarga nos aeroportos como principal gargalo do setor</title>
		<link>http://www.esac.edu.br/empresas-aereas-apontam-sobrecarga-nos-aeroportos-como-principal-gargalo-do-setor/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 10:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Iara Guimarães Altafin A sobrecarga de aeronaves no pátio e nas pistas dos aeroportos brasileiros representa o principal gargalo para o avanço da aviação civil no país, na avaliação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA). O congestionamento nos terminais de passageiros também foi apontado pelos representantes das empresas, que consideram insuficientes os investimentos previstos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iara Guimarães Altafin</p>
<p>A sobrecarga de aeronaves no pátio e nas pistas dos aeroportos brasileiros representa o principal gargalo para o avanço da aviação  civil no país, na avaliação do Sindicato Nacional das Empresas  Aeroviárias (SNEA). O congestionamento nos terminais de passageiros  também foi apontado pelos representantes das empresas, que consideram  insuficientes os investimentos previstos para o setor.</p>
<p>Em debate realizado, nesta terça-feira (8), na Subcomissão Temporária sobre a Aviação Civil, José Márcio Monsão Mollo, presidente do SNEA, também reclamou do alto preço do querosene utilizado na aviação (QAV). Ele informou que a Petrobras aumentou em 33% o preço do QAV em 2011.</p>
<p>– O combustível representava 32% dos custos  em 2010 e hoje já representa 40% das despesas – disse, protestando ainda  contra a elevação de impostos.</p>
<p>O diretor do Departamento de Política de Serviços Aéreos da Secretaria de Aviação  Civil, Ricardo Chaves de Melo Rocha ressaltou que a melhoria da  infraestrutura aeroportuária é uma das prioridades do governo. Ele  relacionou medidas já adotadas, como investimentos na expansão de  aeroportos e concessões a empresas privadas.</p>
<p>O professor Elton Fernandes, do Instituto  Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia  (COPPE/UFRJ), considera, no entanto, que o governo não sinaliza com  regras claras que possibilitem o planejamento de longo prazo das  empresas aéreas.</p>
<p><strong>Marco regulatório</strong></p>
<p>O  presidente da subcomissão, senador Vicentinho Alves (PR-TO), manifestou  preocupação com o fato de companhias aéreas “surgirem, crescerem e  morrerem” em pouco tempo. Ele cobrou políticas que possam apoiar novas  empresas e defendeu a atualização do marco regulatório do setor,  lembrando que o Código Brasileiro da Aeronáutica é de 1986, anterior à  atual Constituição Federal.</p>
<p>Ao concordar com o parlamentar, Ricardo Rocha  observou que a revisão do marco regulatório poderá reduzir dificuldades  no ingresso de novas empresas e beneficiar a concorrência. Também  Ricardo Bisinotto Catanant, da Agência Nacional de Aviação  Civil (Anac), afirmou que a agência tem buscado atualizar normas e  regulamentações, visando dar mais eficiência ao transporte aéreo no  Brasil.</p>
<p><strong>Prejuízos</strong></p>
<p>De  acordo com informações apresentadas por José Márcio Mollo, todas as  empresas aéreas enfrentam prejuízos por causa dos altos custos do  querosene e do excesso de encargos. Dados apresentados pelo professor  Elton Fernandes confirmam dificuldades das empresas na obtenção de  lucro, apesar do aumento dos passageiros.</p>
<p>– Tarifas exageradamente baixas para encher  os aviões, aliadas a uma oferta exagerada, não combinam com lucros –  opinou Fernandes. Ele acrescentou que impor tarifas altas para  passageiros a negócios poderá “afastar os clientes mais rentáveis do  transporte aéreo”.</p>
<p>Para Victor Celestino, diretor do Sindicato  Nacional das Empresas Aeroviárias, as dificuldades enfrentadas pelas  empresas que operam voos regionais, em especial na Amazônia Legal,  seriam ainda maiores. O sindicalista informou que as companhias pagam um  preço ainda mais elevado pelo combustível, também enfrentando graves  problemas de infraestrutura.</p>
<p>No debate, Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) considerou absurdo o preço das passagens nos voos das empresas que operam no Amapá.</p>
<p>–  Na semana passada, eu paguei R$ 2.200 para voltar para Macapá. Seria  mais barato eu ir a Berlim do que voltar para meu estado – protestou.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Ações da Gol linhas Aéreas registraram a maior alta do Ibovespa</title>
		<link>http://www.esac.edu.br/acoes-da-gol-linhas-aereas-registraram-a-maior-alta-do-ibovespa/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 10:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As ações da Gol linhas Aéreas registraram a maior alta do Ibovespa na sexta-feira, de 5,18%, apesar de a empresa ter divulgado prejuízo de R$ 41,4 milhões, revertendo lucro de R$ 69,4 milhões em igual período de 2011. Na visão dos investidores da bolsa, a Gol começa a obter sucesso na política de redução de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As ações da Gol linhas Aéreas registraram a maior alta do Ibovespa na  sexta-feira, de 5,18%, apesar de a empresa ter divulgado prejuízo de R$  41,4 milhões, revertendo lucro de R$ 69,4 milhões em igual período de  2011. Na visão dos investidores da bolsa, a Gol começa a obter sucesso  na política de redução de custos, especialmente com a revisão do seu  planejamento de frota, divulgada no mesmo dia, que prevê a redução de 14  aviões até 2013.</p>
<p>A Gol encerrou 2011 com 150 aviões no total,  mas terá 138 ao final deste ano. Em 2013, a companhia prevê frota total  de 136 aeronaves. Em 2014, a Gol começa a retomar o crescimento de sua  frota, com 140 unidades. Esses números incluem a Webjet, adquirida por  ela em julho do ano passado.</p>
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		<title>Anac certifica nova manobra para pouso que promete reduzir tempo de ponte-aérea</title>
		<link>http://www.esac.edu.br/anac-certifica-nova-manobra-para-pouso-que-promete-reduzir-tempo-de-ponte-aerea/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 10:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beatriz Merched, iG Rio de Janeiro. Nova manobra promete reduzir tempo e ruído de voos A Anac certificou na tarde deste sábado, com um voo-teste da Gol, uma nova manobra de aproximação e pouso que reduz o ruído, diminui o tempo de viagem de 3 a 4 minutos, economiza combustível e a reduz emissão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beatriz Merched, iG Rio de Janeiro.</p>
<p>Nova manobra promete reduzir tempo e ruído de voos</p>
<p>A Anac certificou na tarde deste sábado, com um voo-teste da Gol, uma nova manobra de aproximação e pouso que reduz o ruído, diminui o tempo de viagem de 3 a 4 minutos, economiza combustível e a reduz emissão de CO2 na atmosfera.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente técnico da Gol, Adalberto Bogsan, a manobra – chamada de “Performance de Navegação Requerida (RMP, na sigla, em inglês) – “garante em 80% a aproximação e o pouso dos voos em condições de neblina, chuva e mau tempo”.</p>
<p>O procedimento será inicialmente adotado nos voos São Paulo-Rio e 23 dos 120 aviões da frota da Gol estão habilitados a adotá-lo.</p>
<p>“Trafegamos com maior PIB do Brasil nessa rota. Visualizamos uma vantagem competitiva para a empresa, com diferenciais de preço e qualidade, em relação à concorrência.</p>
<p>A manobra consiste em reduzir a altitude gradativamente de 1500 pés (cerca de 500 metros) para 300 pés (cerca de 100 metros) a partir do Campo dos Afonsos (zona norte do Rio) – o que permite melhor visualização da pista –, até o Aeroporto Santos Dumont, no centro. Para o passageiro, a mudança de procedimento é imperceptível.</p>
<p>O procedimento já é muito usado na Austrália, Estados Unidos e Canadá e chegou ao Brasil pela Gol, e certificado pela Anac e pelo Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). A Azul também pediu a certificação esta semana, em processo que dura um ano.</p>
<p>Segundo Carlos Eduardo Pellegrino, diretor de operações de aeronaves da Anac, a agência “está de portas abertas para que outras empresas tenham a mesma iniciativa para melhorar as condições de voo no país. Os planos são de expandir para os aeroportos de Navegantes e Londrina”.</p>
<p>De acordo com nota da Gol, “a performance permite a otimização do espaço aéreo por meio de trajetórias mais precisas, sem depender de sinais terrestres de rádio-navegação”. “Essa precisão torna possível o pouso em condições meteorológicas que normalmente poderiam obrigar aeronaves a aguardar para pouso, desviar para outros aeroportos ou até mesmo a empresa a cancelar voos antes da partida.</p>
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		<title>Esac adquire mais uma aeronave para treinamento</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 22:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Danielle Flôr Após 01 ano de negociação, foi assinado na tarde desta sexta-feira, 30, o contrato de compra de mais uma aeronave, modelo SKYHAWK SP, para o Centro de Treinamento prático de voo da Escola Superior de Aviação Civil – Esac. O contrato foi realizado com a interveniência do Banco do Brasil e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Danielle Flôr</em></p>
<p>Após 01 ano de negociação, foi assinado na tarde desta sexta-feira,  30, o contrato de compra de mais uma aeronave, modelo SKYHAWK SP, para o  Centro de Treinamento prático de voo da Escola Superior de Aviação  Civil – Esac. O contrato foi realizado com a interveniência do Banco do  Brasil e da TAM Aviação Executiva. Agora a frota de treinamento da  Instituição conta com 03 aviões. O prazo para entrega da nova aeronave é  de 60 dias, conforme contrato.</p>
<p>De acordo com o diretor da Esac, Dalton Gadelha, o modelo adquirido é  um dos mais utilizados no mundo para treinamento e o mais seguro na  categoria. “A escolha desse equipamento moderno traz o princípio de  oferecer melhor qualidade e maior segurança nas nossas instruções de  voo. O Centro de Treinamento prático da Esac foi homologado pela ANAC no  dia 05 de março deste ano, sendo a primeira e única Instituição de  Ensino Superior a possuir na sua estrutura uma escola para cursos  práticos de piloto privado, piloto comercial e de voo por instrumentos”,  disse.</p>
<p>Durante a assinatura do contrato foi anunciado ainda a negociação  para a compra de uma quarta aeronave ainda este ano.  “É uma preocupação  das Instituições mantidas pelo Cesed primar pela qualidade de ensino  aliada a uma infraestrutura e modernos equipamentos. Buscamos oferecer  ao aluno o que há de melhor no mercado, daí a realização de novos  contratos e compras de equipamentos que vão auxiliar na formação  integral do estudante, oferecendo ao mercado de trabalho um profissional  completo.” Afirmou.</p>
<p>O diretor da Esac disse ainda que está em fase de projeto e início de  construção de um hangar da Instituição em uma das bases operacionais da  Faculdade. “A Esac possui hoje duas bases, uma no Aeroclube de Campina  Grande, onde é realizado o abastecimento das aeronaves e outra base no  Aeroporto João Suassuna onde dispomos também de uma sala de apoio”,  finalizou.</p>
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		<title>American Airlines pede falência</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 22:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ascom</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A companhia aérea American Airlines pediu falência. A companhia aérea suspendeu os pagamentos aos fornecedores, entregando uma declaração nesse sentido no tribunal de Manhattan. Isto depois de semanas a fio a tentar evitar este desfecho. Foi uma &#8220;decisão muito difícil&#8221; mas, acusada de problemas financeiros, a gigante norte-americana da aviação não conseguiu alcançar acordos com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea American Airlines pediu falência. A companhia aérea suspendeu os pagamentos aos fornecedores, entregando uma declaração nesse sentido no tribunal de Manhattan. Isto depois de semanas a fio a tentar evitar este desfecho.</p>
<p>Foi uma &#8220;decisão muito difícil&#8221; mas, acusada de problemas financeiros, a gigante norte-americana da aviação não conseguiu alcançar acordos com os sindicatos para a redução dos custos de trabalho e pretende agora reestruturar a sua avultada dívida.</p>
<p>A empresa conta atualmente com 78 mil empregados e é chefiada, desde Julho passado, por Thomas Horton.<br />
Num comunicado citado pelo &#8220;El País&#8221;, a American Airlines garante aos clientes que as operação vão seguir com normalidade e acrescenta que este é um passo «necessário» para redirecionar a companhia e torna-la «mais eficiente, financeiramente mais forte e competitiva».</p>
<p>E, admite, os desafios que o sector enfrenta &#8220;não têm precedentes&#8221;. Exemplos: os preços dos combustíveis e o empurrão dado para que as companhias aéreas se tornem companhias de baixo custo.</p>
<p>Atualmente, a American Airlines tem 4.100 milhões de euros em caixa, activos no valor de 24.720 milhões de dólares, mas conta também com um passivo de 29.550 milhões.</p>
<p>Logo depois de ter sido anunciado este pedido de falência, as acções da empresa caíram 60% em bolsa. A American Airlines já foi a maior companhia aérea do mundo. Actualmente, ocupa o terceiro lugar.</p>
<p>Fonte: Agência Financeira</p>
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